domingo, 12 de junho de 2011
Seguro tem apoio da maioria dos líderes das distritais do PS
A gestão da herança
Ao lado de Assis, está Capoulas Santos, o presidente da distrital de Évora. Entende que "é o candidato que está em melhores condições políticas para liderar o partido no novo ciclo". Convencido de que a escolha do futuro líder não encerra qualquer confronto ideológico, entende que "Francisco Assis tem uma concepção do PS mais virada para o futuro, sem renegar o passado", enquanto Seguro "tem uma posição de ruptura mais assumida".
Com Seguro, está Vítor Ramalho, o histórico "soarista" que lidera a Federação de Setúbal e que define "a clarificação de um ideário e de um rumo de marcha que não se confunda com outro partido" como a prioridade maior para o sucessor de Sócrates. Para isso, sustenta, "Seguro está em melhores condições do que Assis", lembrando que tem "experiência governativa séria, parlamentar muito grande, europeia e partidária - um percurso muito plural que lhe deu uma coerência e uma afectividade com os militantes muito grande".
Recusando a ideia de que de um lado está a ruptura e do outro a evolução sem sobressaltos, Mário Ruivo, que lidera a Federação de Coimbra, diz que "é um erro pensar-se que um candidato segue a liderança de José Sócrates e o outro a ruptura". "António José Seguro dá garantias de diversidade de pensamento e de uma liderança focada na unidade do partido", defende.
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